Botava para quebrar ou Brasil estava perdido, diz Bolsonaro — Caso Geisel

Botava para quebrar ou Brasil estava perdido, diz Bolsonaro — Caso Geisel

"Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho para se arrepender?", comparou.

Bolsonaro ainda citou o jornal O Globo, do Rio de Janeiro, durante sua entrevista à rádio Super Notícia, para criticar a imprensa.

Capitão da reserva do Exército, Bolsonaro usou o seu voto durante o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, para elogiar o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, morto um ano antes e tido como um dos mais notórios torturadores da ditadura militar. Além de manifestar dúvidas quanto à veracidade da informação que chegou à CIA, Temer também tentou fazer uma defesa subjetiva do ex-presidente Geisel, o penúltimo presidente do regime militar: "Isso não combina com o legado do presidente, conhecido pelo empenho em promover a abertura política, a volta à democracia". "É o momento", disse, referindo-se à possibilidade de ele ser eleito presidente da República em outubro. Figueiredo apoiou essa política e insistiu em sua continuidade. Quantas vezes você não falou no canto: 'ah, tem que matar mesmo, tem que bater'?

"Errar, até na sua casa, todo mundo erra". "Temos agora na liderança das pesquisas para as eleições presidenciais um candidato que surgiu do nosso meio e um grupo expressivo de militares que, democraticamente, nesses dias consolidou a intenção de candidatar-se aos mais variados cargos de governo, desde os municipais, passando pelos estaduais até os federais", justificou ele. Ele [agente] deve ter ouvido uma conversa [de Geisel] como esta, fez 1 relatório e mandou.

Bolsonaro finge que não ouviu falar das torturas, dos desaparecidos, das apurações sobre como foram assassinados opositores da ditadura, e das ossadas de presos políticos identificadas. "O fato de sabermos que os governos militares estavam envolvidos na repressão não nos deve fazer perder a sensibilidade com o horror", continuou Dallari.

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O parlamentar comentou ainda sobre o movimento de resistência da época que ficou conhecido como Guerrilha do Araguaia. "Tenho background militar, de 47 anos no Exército, e acredito que não arranha em nada o prestígio das Forças Armadas", disse Cruz.

Além dos 89 casos confirmados, há outras 11 pessoas que podem ter morrido ou desaparecido a partir de 1º de abril de 1974 - a data não foi esclarecida pela CNV.

São Paulo - Uma nota técnica subscrita, até agora, por 144 promotores e procuradores do Ministério Público e também juízes, alerta para a. Nas redes sociais, o professor disse que "este é o documento mais perturbador que já li em 20 anos de pesquisa: Recém-empossado, Geisel autoriza a continuação da política de assassinatos do regime, mas exige ao Centro de Informações do Exército a autorização prévia do próprio Palácio do Planalto".

São Paulo - O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-ministro Nelson Jobim disse nesta sexta-feira (11) que o PT poderá registrar o ex-presidente Luiz Inácio.

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