Taxa de desemprego desce para 7,9% no 1º trimestre

Taxa de desemprego desce para 7,9% no 1º trimestre

Este número fez com que o salário líquido médio da economia subisse 3,5%, fixando-se em 876 euros mensais.

Por outro lado, apesar deste retrocesso estes 9,1% são o segundo valor mais baixo desde que em 2011 foi alterada a forma de cálculo deste indicador económico, o que também implica que, como está na imagem, este tenha sido o 1.º trimestre mais baixo nestes oito anos, nomeadamente menos 10,7 pontos percentuais face ao pior trimestre de sempre, os primeiros três meses de 2013.

A taxa de desemprego dos homens (7,6%) para este período é inferior aos números para as mulheres (8,1%).

Nas suas análises trimestrais, o INE passou no ano passado a publicar um indicador complementar para analisar o mercado de trabalho que agrega a população desempregada; o subemprego dos trabalhadores a tempo parcial; os inactivos à procura de emprego que não estão disponíveis; e os inactivos disponíveis, mas que não procuram emprego.

Se olharmos para a evolução face ao ano passado, o emprego continua a aumentar de forma expressiva. O emprego total aumentou 3,2%, tendo a economia ganho quase 149 mil postos de trabalho em termos líquidos em um ano.

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No entanto, o peso da precariedade (os que estão a prazo e os outros ainda mais inseguros) parece estar finalmente a recuar.

Os cálculos apresentados no JN mostram que, ainda assim, há 870 mil funcionários precários, um valor que já só representa 21,7% do total de empregados.

Segundo o INE, a taxa de desemprego vem registando diminuições trimestrais desde o segundo trimestre de 2016.

A população empregada, estimada em 4 806,7 mil pessoas, registou uma variação trimestral relativa quase nula (associada a um ligeiro acréscimo de 1,8 mil pessoas) e um aumento homólogo de 3,2% (mais 148,6 mil).

Por exemplo, o grupo dos "especialistas das atividades intelectuais e científicas", que engloba profissões como médicos e professores, expandiu-se a um ritmo significativo de 7% no primeiro trimestre de 2019. O número de "trabalhadores qualificados da indústria e da construção" cresceu mais de 12%. E o número de agricultores caiu 6%.

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