Manifestantes pró-Lula ocupam tríplex por quatro horas em SP

Manifestantes pró-Lula ocupam tríplex por quatro horas em SP

A melhor ideia do ano do MTST e do Povo Sem Medo foi essa da ocupação do tríplex do Guarujá pelo qual Moro prendeu Lula, mas que está vazio, por três motivos.

Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta em 2017, foram denunciados pelo Ministério Público Federal, pois seriam os verdadeiros dos donos do tríplex no Guarujá. "Totalmente arbitrário. Nenhuma novidade", disse o líder do movimento e pré-candidato do Psol à Presidência da República Guilherme Boulos. Os integrantes da Frente Povo Sem Medo deixam claro que 'Se [o imóvel] é do Lula, [o tríplex] é nosso'.

O protesto acontece nove dias após Lula se entregar para a Polícia Federal em São Bernardo do Campo e ser encaminhado para Curitiba. Foi este caso que levou Lula à prisão.

A informação que foi divulgada é que o grupo negociou com a Polícia Militar (PM) e em seguida se retiraram do interior da residência e das proximidades do prédio.

"Não tem arrego. Ou solta o Lula ou não vai ter sossego", gritaram os apoiantes, que fixaram bandeiras do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto na varanda.

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A ocupação foi feita pelo MTST, liderado por Guilherme Boulos, e a Frente do Povo Sem Medo.

Enquanto parte do grupo ficou do lado de fora, cerca de 500 manifestantes invadiram o prédio.

Hoffmann explicou que ainda não viu Lula desde sua prisão, mas trocou mensagens por meio de seus advogados. Enquanto esteve no sindicato, Boulos foi um dos grandes aliados do petista.

Na sentença que condenou o ex-presidente a 9 anos e 6 meses de prisão, Moro atribuiu à propriedade do imóvel ao ex-presidente, como benefício irregular da OAS.

Lula foi condenado a 12 anos e um mês.

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