Vendas no varejo de MS ficam estáveis em fevereiro

Vendas no varejo de MS ficam estáveis em fevereiro

As vendas do comércio varejista registraram o 11º resultado positivo em fevereiro de 2018, segundo a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (12). Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 1,3% em relação a fevereiro de 2017. No acumulado do ano, o resultado é negativo (-3,3%), mas nos últimos 12 meses, as vendas do setor registram avanço de 0,9%.

Os domicílios que recebiam o Bolsa Família tinham renda média mensal real per capita de apenas R$ 324 no ano passado. O acumulado nos últimos doze meses cresceu 2,8%, mantendo a recuperação em curso desde outubro de 2016.

No mês anterior, as vendas do comércio haviam avançado 0,8%, mesma variação esperada para fevereiro pelos analistas ouvidos pela Reuters.

O desempenho do comércio local em fevereiro foi o oitavo melhor do país. A estabilidade em comparação ao ano anterior ocorreu por conta de uma queda na região Sudeste, onde o Gini passou de 0,535 em 2016 para 0,529 no ano passado.

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Em um movimento inesperado, as vendas do varejo no Brasil recuaram em fevereiro pressionadas pelas vendas de supermercados e combustíveis, ressaltando a reação lenta da economia marcada ainda pelo mercado de trabalho fraco. Material para escritório, informática e comunicação apresentou a 2ª maior taxa (5,8%), seguido por artigos de farmácia e perfumaria (4,3%) e móveis e eletrodomésticos (3,2%).

Metade das das 26 lavouras/safras pesquisadas pelo IBGE deverá ter queda no ano.

"Super e hipermercados tiveram grande impacto nessa recuperação, mas também na desaceleração em fevereiro", afirma.

Em relação a fevereiro de 2017, o volume do comércio varejista subiu 1,3%, décimo primeiro resultado positivo seguido, alcançando cinco das oito atividades. Ela ponderou, no entanto, que esta foi a mais baixa deste período. Em setembro, a alta anual chegou a 6,2%. "Isso acaba influenciando o comércio também", disse Nunes. Na região Nordeste essa razão foi de foi 44,9 vezes e na região sul, 25 vezes.

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