Facebook reitera desculpas por escândalo com a Cambridge Analytica

Facebook reitera desculpas por escândalo com a Cambridge Analytica

Nesta semana, o Facebook esteve envolvido em um dos maiores escândalos de infiltração de informação, ao divulgar que uma empresa chamada Cambridge Analytica havia coletado dados pessoais de 50 milhões de perfis de rede social para manipular os eleitores e influenciar o resultado das eleições presidenciais nos EUA de 2016.

Sob o título "Facebook tenta acalmar anunciantes após crise da Cambridge Analytica", o Wall Street Journal relata esforços da plataforma, inclusive reuniões com os grupos publicitários WPP e Omnicom. "Se não conseguirmos, não merecemos", diz o anúncio, assinado por Zuckerberg, também um dos fundadores do Facebook. Outros dois comitês também convidaram Zuckerberg para prestar esclarecimentos.

Outra medida de segurança que será tomada pela empresa será lembrar o usuário sobre quais aplicativos têm permissão para explorar suas informações; Dessa forma, vo usuário poderá rescindir sua permissão e impedir que determinados aplicativos obtenham suas informações.

A carta de Zuckerberg explica que o Facebook sempre tentou impedir que apps de terceiros acedessem a tanta informação e que a empresa já começou a limitar o acesso aos dados que estas apps têm logo deste o início.

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Warner repetiu pedidos para que Zuckerberg testemunhe pessoalmente perante os legisladores dos EUA.

A questão que se coloca é: como pode saber se também é uma das pessoas de quem o Facebook sabe para quem ligou e enviou mensagens?

O diretor-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, admitiu na última quarta-feira (21) que foi um "abuso de confiança" permitir que um aplicativo, desenvolvido pelo professor da Universidade de Cambridge Aleksandr Kogan, solicitasse dados para a Cambridge Analytica, e lamentou não ter feito "mais a respeito". Na semana passada, o órgão se recusou a confirmar se o Facebook estava sob investigação. A pesquisa foi realizada de quarta a sexta-feira e teve 2.237 respostas. Em um post em seu blog, no entanto, a rede social negou o acesso aos dados sem autorização. É o que disse a analista da eMarketer, Debra Williamson, em uma entrevista.

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