Campeões do Super Bowl recusam ida à Casa Branca

Campeões do Super Bowl recusam ida à Casa Branca

O safety Malcolm Jenkins e o defensive end Chris Long afirmaram nesta segunda-feira, em diferentes entrevistas, que se juntarão ao wide receiver Torrey Smith e não irão à Casa Branca, onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá o Philadelphia Eagles, vencedor do Super Bowl.

Depois que o Post publicou sua história, a Casa Branca emitiu uma declaração dizendo que Trump "pediu ao Departamento de Defesa para explorar uma celebração em que todos os americanos possam mostrar sua apreciação".

"O Presidente Trump é um forte apoiante dos grandes membros das Forças Armadas da América, que arriscam as suas vidas todos os dias para manter o país seguro".

A parada militar ainda está na fase de discussão de ideias e ainda nada foi decidido, disse uma fonte da administração Trump.

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O Pentágono estava ciente de um pedido de desfile, mas estava apenas começando a explorar as possibilidades, inclusive no momento, disse um porta-voz do Pentágono à Agência Reuters. No encontro, que incluiu o secretário de Defesa Jim Mattis e o chefe do Estado-maior norte-americano, o general Joseph Dunford, Trump ter-se-á mostrado impressionado com o desfile militar francês do 14 de Julho, o Dia Nacional em França, que celebra a tomada da Bastilha, ponto de viragem na revolução francesa, assinalando ainda a unidade nacional com a mais antiga e a maior parada militar na Europa.

A última parada militar, nos Estados Unidos, aconteceu há quase 27 anos.

"Os cortes de impostos propostos pelo presidente e as reformas regulatórias impulsionarão ainda mais a economia americana e continuará aumentando a prosperidade do povo americano", disse Sanders.

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