Há mais um arguido na operação "Lex"

Há mais um arguido na operação

Não podem contactar entre si e todos ficam sujeitos ao termo de identidade e residência.

Os interrogatórios judiciais dos cinco arguidos detidos arrancaram a meio da semana no Supremo Tribunal de Justiça, onde o processo corre termos por implicar dois juízes desembargadores - chegaram entretanto ao fim e as medidas de coação deverão ser conhecidas nas próximas horas. Mas segundo o "Público" o facto de serem 13 mas não 12 os arguidos, como era referido até esta quinta-feira, deve-se simplesmente a um erro de contabilidade.

Rui Rangel terá ocultado rendimentos nas declarações de IRS entre 2012 e 2015 com o auxílio do advogado José Bernardo Martins, o filho deste, Fátima Galante, Rita Figueira (também detida) e Albertino Figueira, que aceitaram depositar o dinheiro nas suas contas bancárias.

O inquérito encontra-se em segredo de justiça.

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Há mais um arguido na Operação "Lex", processo em que se investigam as relações de influência entre o juiz desembargador Rui Rangel e dirigentes do Benfica como o presidente do clube Luís Filipe Vieira e o vice Fernando Tavares.

A Operação Lex resultou de uma investigação anterior, batizada de Rota do Atlântico; incide em suspeitas de corrupção, recebimento indevido de vantagem, branqueamento de capitais, tráfico de influências e fraude fiscal.Rui Rangel e Fátima Galante vão ser ouvidos a 8 e 9 de fevereiro.

Na operação, desencadeada na terça-feira, foram realizadas 33 buscas, das quais 20 domiciliárias, nomeadamente ao Sport Lisboa e Benfica, à casa de Luís Filipe Vieira e dos dois juízes e a três escritórios de advogados.

Entretanto, numa nota divulgada na sexta-feira o vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) determinou a suspensão preventiva dos desembargadores Rui Rangel e Fátima Galante com efeitos imediatos, após serem arguidos na operação Lex.

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