May contra direitos iguais para cidadãos da UE que cheguem após 'Brexit'

May contra direitos iguais para cidadãos da UE que cheguem após 'Brexit'

Ela afirmou que deve ir contra propostas que darão para cidadãos da UE direitos de residência integrais, caso entrem no país após o Reino Unido sair do bloco comum em 2019.

O governo de May enfrenta ainda o vazamento à imprensa de um relatório interno sobre o Brexit que admite que o Reino Unido perderá economicamente em todos os casos, independente do acordo de saída negociado com a UE. A posição de May contrasta inclusive com a do chanceler britânico, Philip Hammond, que defende que haverá "mudanças muito modestas" após o Brexit.

Estudando com outros e de outros podemos continuar desenvolvendo o vínculo de amizade sobre o qual está construída esta era dourada das relações entre o Reino Unido e a China, unindo nossos povos não só agora, mas também para os anos vindouros, acrescentou May.

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Uma diferença exposta nos dias recentes, conforme May tenta manter alas rivais do seu partido juntas, foi uma sugestão do secretário do Brexit, David Davis, de que o Reino Unido deveria ter uma maneira de "resolver preocupações" sobre novas leis aprovadas pela UE assim que não possuir mais voto.

As regras para novos migrantes da UE poderiam incluir a obrigatoriedade de permissão de trabalho, requerimento de registro na chegada ao país e restrições de acesso a benefícios - nada disso se aplica a cidadãos europeus no Reino Unido antes da saída do bloco. Para a transição funcionar, deve significar uma continuação dos direitos existentes sem exceções.

O tema dos direitos dos cidadãos vai ser discutido numa audiência parlamentar, quinta-feira, para fazer um balanço da situação após o anúncio, em dezembro de 2017, de que foram alcançados progressos suficientes nas negociações para o acordo de retirada.

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