Ministro Aloysio Nunes diz que Venezuela expulsou brasileiro

Ministro Aloysio Nunes diz que Venezuela expulsou brasileiro

No Twitter, o ministro dos Negócios Estrangeiros brasileiro, Aloysio Nunes, confirmou a libertação, citando a sua expulsão: "O incidente envolvendo o brasileiro Jonatan Moisés Diniz foi encerrado, com a sua expulsão da Venezuela". Entretanto, segunda autoridades da Venezuela, ele foi detido por presidir uma ONG de fachada, financiada pela CIA, com o intuito de espionar o governo de Nicolás Maduro.

As manifestações do governo brasileiro e de algumas redes de TV só se iniciaram após a insistência nas redes sociais incluindo a comparação com o caso do TRAFICANTE brasileiro condenado a morte na INDONÉSIA, ocasião em que a mídia fez tremendo estardalhaço.

Em sua conta no Instagram, o brasileiro publicou fotos e vídeos de sua estadia na Venezuela. "A saída só foi possível graças aos "intensos esforços" do Ministério das Relações Exteriores através da embaixada e consulado em Caracas", explicou uma fonte brasileira.

Nos últimos dias, o Itamaraty vinha relatando dificuldades para obter do governo venezuelano informações sobre o paradeiro e a situação de Diniz. O Itamaraty também reivindicou uma visita consular, medida prevista em convenções internacionais.

Diniz morava em Los Angeles e chegou a Caracas 20 dias antes de sua prisão, anunciada por Diosdado Cabello.

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O brasileiro Jonatan Moisés Diniz, detido na Venezuela desde o dia 27 de dezembro, foi expulso da Venezuela neste sábado (6).

A família de Diniz nega as acusações do venezuelano.

O catarinense com mais 3 venezuelanos fariam parte da organização não governamental Time to Change the Earth (Tempo de Mudar a Terra, em tradução livre).

A família de Jonatan Diniz vem divulgando apelos nas redes sociais pela liberdade do jovem. Uma página foi criada para disseminar informações e mobilizar pessoas. Petições online também foram criadas para angariar apoios. Na última quinta-feira, 4, o próprio Itamaraty admitiu, em nota, que as autoridades policiais da Venezuela não tinham respondido, mesmo após vários pedidos diplomáticos. Até o momento, apesar da promessa de retorno dos interlocutores, não houve resposta.

Sua detenção ocorreu um dia depois do Natal, em que, segundo informações dadas pela família ao G1, ele teria estado em um grupo e ajudado na distribuição de cestas de Natal a 600 famílias pouco antes de ser preso.

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