Islândia proíbe diferenças salariais entre homens e mulheres

Islândia proíbe diferenças salariais entre homens e mulheres

Katrín Jakobsdóttir é a líder da ilha nórdica onde pagar mais aos homens do que às mulheres dá multa.

"As diferenças salariais entre homens e mulheres são, infelizmente, uma realidade no mercado de trabalho islandês e está na hora de tomar medidas radicais." afirmou, ao diário britânico The Guardian, Thorsteinn Viglundssonm, ministra da Igualdade e Assuntos Sociais da Islândia.

A lei, aprovada por larga maioria em junho, mas que entrou em vigor apenas no princípio deste ano, procura erradicar a diferença de remuneração que existe entre os dois sexos, equivalente a 5,7%, um valor que não é explicado nem pelas horas de trabalho, pela experiência ou pelos níveis de educação, segundo as estatísticas oficiais islandesas.

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As empresas públicas ou privadas, com pelo menos de 25 trabalhadores, são obrigadas a apresentar um certificado oficial, declarado por um inspetor externo, de como vão cumprir esta política de igualdade.

Segundo os dados do Fórum Económico Mundial, em 2017, a Islândia é o país mais bem cotado quanto à igualdade salarial entre géneros. Esta é uma posição que a Islândia mantém há 9 anos.

Com 41 anos, casada e mãe, a primeira-ministra islandesa é uma das políticas com melhor reputação junto do eleitorado do país, em anos.

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