Meta de Zuckerberg para 2018 é combater discurso de ódio no Facebook

Meta de Zuckerberg para 2018 é combater discurso de ódio no Facebook

Conforme explica numa partilha na rede social, foi assim que construiu uma inteligência artificial para a sua casa, leu 25 livros e aprendeu mandarim.

Além disso, hoje (04) a companhia anunciou que está investindo em dois projetos que visam combater a disseminação de notícias falsas no Brasil, o que pode ser entendido como uma ação para evitar que o que aconteceu nos EUA se repita por aqui nas eleições presidenciais de 2018.

Every year I take on a personal challenge to learn something new.

A partilha, na íntegra, que Mark Zuckerberg fez na rede social. Porém, para 2018, sua resolução tem um cunho um pouco mais profissional: tornar o Facebook uma plataforma melhor. "Nós não conseguiremos evitar todos os erros ou abusos, mas atualmente nós cometemos muitos erros na aplicação de nossas políticas e na tentativa de evitar o mau uso das ferramentas do Facebook".

O presidente executivo do Facebook diz que estas questões tocam em várias áreas como a "história, a filosofia política, os media, a governos e, obviamente, tecnologia" e que por isso vai "juntar grupos de peritos nestas áreas" para discutir e ajudá-lo a avançar com este objetivo. De acordo com Zuckerberg, costumava-se a acreditar que a tecnologia traria poder para a mão das pessoas, mas conforme as companhias foram crescendo e o governo passou a usar tecnologia para monitorar os cidadãos, essa crença mudou.

More news: Mercado eleva projeções para o PIB em 2017 e 2018

"Há importantes contra-tendências para isso - como criptografia e criptomoedas - que levam o poder dos sistemas centralizados e os colocam de volta nas mãos das pessoas ..."

O fundador do Facebook afirma que "muitas pessoas já não acreditam nessa promessa", de a tecnologia devolver o poder às pessoas.

Isso poderia ser conhecido através de uma publicação recente que ele postou em sua conta oficial do Facebook, na qual ele mencionou que todos os anos ele planeja aprender coisas novas e, para este 2018, ele pretende estudar os aspectos positivos e negativos dessas tecnologias, que considera opções importantes em frente à centralização do mundo e, dessa forma, "capacitar as pessoas".

O CEO do Facebook não especificou nenhuma novidade pontual para o Facebook e seus outros serviços, tais como Instagram e WhatsApp, tampouco falou em prazos para implementar quaisquer mudanças.

Related Articles