PB gerou mais de 1,2 mil empregos; Comércio lidera contratações

PB gerou mais de 1,2 mil empregos; Comércio lidera contratações

Em novembro, o número de fechamentos de vagas de trabalho com carteira assinada ficou maior que o número de vagas criadas.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira (17), o setor que mais contratou foi o Comércio, seguido dos Serviços e Indústria da Informação.

O resultado inclui contratos firmados já sob as novas modalidades previstas na reforma trabalhista, como a jornada intermitente e a jornada parcial.

“O resultado não significa interrupção da retomada do crescimento econômico do país”, disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Esse é o primeiro dado do emprego formal depois da entrada em vigor da reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro.

More news: Venezuela: Gobierno liberó a 44 presos políticos por Navidad

Neste ano, o melhor saldo de Fortaleza havia sido em agosto, quando a diferença foi de 1.597 empregos. Em 12 meses, contudo, o saldo está negativo em 178,5 mil. Segundo o Minstério do Trabalho, as festas de fim de ano, que aqueceram as vendas, foram o motivo desse resultado. Já a indústria apresentou o pior resultado, tendo fechado um total de 29.006 vagas. A construção civil reduziu 22.826 vagas. Também fecharam vagas os serviços (-2.972) e a administração pública (-2.360).

O comércio abriu 68.602 vagas (0,76%), principalmente no varejo, o que era esperado devido ao movimento de fim de ano. As demais regiões registraram saldo negativo: Sudeste (-16.421), Centro Oeste (-14.412) e Norte (-398).

Nos últimos 12 meses, Mato Grosso do Sul apresenta saldo negativo de 6.886 postos de trabalho, com 235.517 admissões e 242.403 demissões. Na comparação com outubro, houve aumento de 0,39% no salário de contratação e de 0,02% no de demissão.

No acumulado de 2017 até novembro, há uma abertura de 299.635 postos de trabalho com carteira assinada.

A projeção do Ministério do Trabalho é que sejam criados 1.781.930 empregos formais em 2018, quando levando em consideração a projeção de crescimento de 3% da economia.

Related Articles