Relator recomenda rejeitar denúncia contra Temer

Relator recomenda rejeitar denúncia contra Temer

A nota enviada anteriormente contém uma incorreções no título.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara já deu início nesta terça-feira à sessão para analisar a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência), acusados de participarem de uma organização criminosa.

Pacheco também rejeitou requerimento apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PODE-RJ), que questionava a cessão de vaga de suplente do PSC ao deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), relator do parecer sobre a denúncia, que havia sido retirado da comissão por seu partido. No entanto, Pacheco decidiu que o colegiado vai aprovar apenas um parecer. "Se houver alguma objeção a algum ponto, que se diga não", afirmou Pacheco em resposta aos questionamentos da oposição. Só após todos os parlamentares discursarem na comissão é que ocorrerá a votação do parecer.

Temer e os ministros foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por organização criminosa.

O parecer de Bonifácio ainda passará por votação, antes de seguir para o plenário principal da Câmara. "Reitero que o papel da comissão é votar um parecer que expresse a maioria dos membros", acrescentou. As indicações e substituições são comunicadas ao presidente da Câmara e não ao presidente da CCJ, dessa forma, não cabe a esta presidência impedir mudanças feitas”, reiterou Pacheco.

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O presidente da CCJ indicará um relator para o caso.

O deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) endossa a posição de Molon e defende a individualização dos relatórios.

O presidente da CCJC explicou ainda que o relator poderá optar por individualizar, dentro do parecer, as condutas de cada acusado. "Essa é uma conspiração primeiro ao presidente da República, a boa política e a essa Casa, que está votando as reformas".

À tarde, Bonifácio de Andrada apresentará o parecer pelo prosseguimento ou arquivamento da denúncia. Em Brasília, 1 relatório favorável aos alvos da denúncia é dado como certo. O tucano disse ter ido dormir às 3 horas da manhã desta terça-feira para conseguir concluir o documento com sua equipe, motivo que o levou a pedir para adiar a leitura do relatório para o período da tarde. "A decisão sobre o relator já está tomada", respondeu.

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