Namorada do atirador de Las Vegas: "ele era bom, carinhoso e tranquilo'"

Namorada do atirador de Las Vegas:

A polícia a classifica apenas como uma "pessoa de interesse" no caso, que pode ajudar a descobrir os motivos que levaram Paddock a cometer o massacre. "Nunca me ocorreu que ele estava planejando um ato violento".

As investigações apontam que Paddock ficou três dias transportando armas de sua casa em Mesquite até o local do ataque, o quarto no 32º andar no hotel Mandalay Bay, em Las Vegas. Ele se matou antes de a polícia entrar no quarto e encontrar até 23 armas, elevando o total de mortos para 59.

Afirmou ainda que estava devastada pelo ataque e que cooperaria com as autoridades.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visitou Las Vegas na quarta-feira para prestar seu respeito e apoiar socorristas, marcando a primeira vez em que teve que lidar com um grande ataque em massa ao estilo dos que mataram centenas de pessoas nos anos recentes nos Estados Unidos.

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Danley é uma cidadã australiana que emigrou para os Estados Unidos há 20 anos para trabalhar em um cassino, segundo o governo australiano.

O avião pousou nos Estados Unidos na terça-feira à noite, o que corresponde à manhã de quarta-feira nas Filipinas (a diferença de fuso entre Manila e Los Angeles é de 15 horas), de acordo com sites especializados em voos comerciais. O porta-voz do FBI Nick Suarez disse que "Danley viajou para as Filipinas no mês passado e posteriormente recebeu US$ 100 mil dólares transferidos por Stephen para sua conta bancária".

"Supondo que ela não teve papel nas ações dele, a coisa mais importante é qualquer luz que ela possa colocar no motivo de Paddock", disse uma autoridade, que falou sobre a investigação em andamento em condição de anonimato.

O irmão do atirador disse que ele cuidava mais da namorada que da própria família e que planejou a viagem dela às Filipinas para que não fosse acusada no crime.

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