EUA querem votar novas sanções à Coreia do Norte rapidamente

EUA querem votar novas sanções à Coreia do Norte rapidamente

Segundo as agências internacionais, o país asiático anunciou o teste por meio de sua imprensa oficial e afirmou que obteve êxito na operação.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos Steven Mnuchin afirmou há pouco, neste domingo (3), à emissora Fox News que está preparando um documento com novas sanções à Coreia do Norte a fim de interromper o comércio com o país.

O teste nuclear norte-coreano, no entanto, levou Moon a rever sua posição e anunciar a mobilização temporária dos lançadores restantes.

Como resposta, aviões de reconhecimento da Força Aérea japonesa foram enviados à área para identificar possíveis variações do nível de radioatividade no ar.

O Thaad, que foi desenvolvido pelos EUA para proteger a Coreia do Sul de eventuais mísseis norte-coreanos, sofre forte oposição da China, que vê no sistema uma forma de minar a segurança nacional de Seul. Trata-se de uma avançada bomba de hidrogênio que pode ser embutida em um míssil de longa distância (intercontinental).

De acordo com a agência de notícias KCNA, imagens de Kim inspecionando o que dizem ser o carregamento da bomba de hidrogênio em um míssil intercontinental foram divulgadas.

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Durante o encontro, vários membros do Conselho de Segurança pediram mais sanções contra o regime de Pyongyang depois de este ter feito mais um ensaio nuclear.

A última reunião de urgência sobre a Coreia do Norte ocorreu em 29 de agosto devido ao lançamento de 1 míssil por parte do regime de Kim Jong-un.

No domingo, Pyongyang provocou alarme global com, sem dúvida, a maior explosão nuclear até o momento.

"Essa crise vai além da ONU", disse Haley, que indicou que os EUA considerarão os países que façam negócios com a Coreia do Norte como órgãos que "prestam ajuda às temerárias e perigosas intenções nucleares de Pyongyang".

A reação do líder russo veio no seguimento da Coreia do Sul não ter descartado a possibilidade de se colocarem armas nucleares tácticas norte-americanas no seu território, uma significativa mudança de posicionamento por desde início da década de 90 ter recusado constantemente esta medida de dissuasão contra o seu rival do norte.

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