UEFA investiga PSG por possível quebra do fair-play financeiro

UEFA investiga PSG por possível quebra do fair-play financeiro

Já no último dia do mercado, o emblema parisiense assegurou o empréstimo de Kylian Mbappé, no qual consta uma cláusula de compra obrigatória no valor de 180 milhões de euros.

O "fair play" financeiro foi aprovado em 2010 e entrou em funcionamento efectivamente em 2011. Ou seja: os times não podem gastar mais do que arrecadam.

Durante a janela, o PSG gastou 222 milhões de euros com Neymar e 16 milhões do lateral esquerdo Yuri Berchiche. Porém, em 2015, o texto foi reformado e passou a aceitar a presença de investidores. Nos próximos meses, o órgão vai "reunir regularmente, por forma a avaliar cuidadosamente toda a documentação afecta a este caso". "A UEFA não fará mais comentários sobre este assunto enquanto a investigação decorrer", concluiu o organismo.

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Lê-se também que a UEFA reitera que este mecanismo do fair-play financeiro é fundamental para a sustentabilidade financeira do futebol europeu.

O PSG publicou uma nota oficial sobre o caso. "A Uefa abriu procedimento formal de investigação sobre o Paris Saint-Germain como parte do atual monitoramento das regulações de fair play financeiro nos clubes". O clube apontou que o diretor geral Jean-Claude Blanc teve uma reunião por mais de três horas no dia 23 de agosto com o responsável pelo Fair Play da Uefa, Andrea Traverso, para demonstrar que as operações realizadas com Barcelona e Monaco por Neymar e Mbappé, respectivamente, estavam de acordo com as regras da entidade para o exercício 2017/18.

O Paris Saint-Germain esclarece também que realizou algumas operações com jogadores no mercado de verão de 2017, possibilitando um incremento de € 104 milhões (R$ 384 milhões) para a temporada 2017/18.

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