Frente do fogo de Oleiros que entrou em Castelo Branco perdeu força

Frente do fogo de Oleiros que entrou em Castelo Branco perdeu força

O número de feridos nos fogos mantém-se inalterado desde a manhã de hoje, registando-se desde 10 de agosto e até hoje 100 pessoas assistidas, 163 feridos, dos quais 153 feridos ligeiros e dez feridos graves, e uma vítima mortal - o piloto do helicóptero que combatia os fogos em Castro Daire. "Os bombeiros andam exaustos e anda toda a gente exausta e farta disto", notou Luís Correia, considerando que a vaga de grandes incêndios no Centro do país leva a crer que o fogo só irá parar quando toda a região estiver ardida.

Chegaram a estar envolvidos nesta operação mais de uma dezenas de meios aéreos, que foram sendo retirados com o cair da noite.

Continuam ativas duas frentes e a situação é acompanhada pelo secretário de Estado da Administração Interna, que esteve uma semana antes na Gardunha. "Temo que, se vier o calor, tudo se torne mais complicado", afirmava o responsável.

O autarca explicou ainda que as aldeias de Silvosa e Vinha foram evacuadas por precaução e que os aí residentes foram para casa de familiares. Os moradores foram encaminhados para residências de familiares.

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O combate às chamas em Oleiros tem sido particularmente duro para os bombeiros. Os bombeiros feridos pertencem a um grupo de Leiria.

Fogo no concelho de Oleiros atingiu sete habitações na localidade de Orvalho e uma em A-de-Moço e provocou ferimentos em seis bombeiros.

Em declarações à agência Lusa, o oficial de operações e de emergências da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) Pedro Araújo revelou que destes três principais fogos em curso apenas um está a ameaçar aldeias.

O Porto continua a ser o distrito mais afectado, com 26 ocorrências na quinta-feira, seguido dos distritos de Viana do Castelo e Viseu, com 16.

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