Santa Catarina registra a menor taxa de desemprego do país

Santa Catarina registra a menor taxa de desemprego do país

É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). Houve abertura de 242 mil vagas em um trimestre, ao mesmo tempo em que o total de desempregados encolheu em 170 mil pessoas. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar. "Ou seja, a situação melhora primeiro em São Paulo e depois acaba se refletindo em outras regiões". Lá, 26,8% dos trabalhadores ou estão desempregados ou trabalhando menos do que gostariam.

No trimestre encerrado em março de 2017 o contingente era de 26,5 milhões de pessoas.

De acordo com a Pnad Contínua, esse contingente de trabalhadores cresceu de 5,258 milhões no primeiro trimestre deste ano para 5,829 milhões no segundo trimestre. "O trabalhador desiste de procurar por algum motivo".

"Essa queda é pouca porque o mercado contratou mais pessoas subocupadas no segundo trimestre".

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Para o total do país, a taxa caiu de 13,7% para 13,0%, na mesma comparação entre o segundo e o primeiro trimestre de 2017. Os dados divulgados agora detalham os indicadores do mercado de trabalho, trazendo recortes por região, gênero, raça e faixa etária. O levantamento considera a inserção da população no mercado de trabalho associada a características demográficas e de educação, e, também, para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País. Piauí (38,6%), Bahia (37,9%) e Maranhão (37,7%) são os estados com os maiores índices de subutilização da força de trabalho.

O desemprego também penaliza mais o Nordeste.

Em relação ao primeiro semestre do ano passado, houve aumento de 4,3 pontos percentuais (p.p) da taxa de desocupação no Rio. No Centro Oeste, a taxa baixou de 12% para 10,5%.

No 2º trimestre de 2017, o grupo de 14 a 17 anos de idade representava 8,5% das pessoas desocupadas do País. O Estado ficou atrás de Santa Catarina, com 7,5% ante 7,9% do período anterior. Somente Rio de Janeiro e Pernambuco apresentaram aumento da taxa de desocupação. Em nível de escolaridade, o desemprego entre pessoas com ensino médio incompleto (21,8%) superou a taxa dos demais níveis de escolaridades: 14% entre pessoas com nível superior incompleto, e 6,4% para quem já concluiu o ensino superior.

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