Trump não exclui opção militar na Venezuela

Trump não exclui opção militar na Venezuela

"Temos muitas opções para a Venezuela, inclusive uma opção militar se for necessário", afirmou, em Nova Jersey, quando questionado por uma repórter sobre a situação do país sul-americano. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida. Foi o primeiro pronunciamento de um funcionário do governo venezuelano frente à declaração de Trump.

- Isso é um blefe típico de Trump, mas que tem sérias consequências.

"Se está tão interessado na Venezuela, estou aqui 'mister Trump', aqui está minha mão", disse, para na sequência chamá-lo de imperador e fazer uma ameaça. Maduro afirmou que entregou este projeto de Constituição para que o mesmo seja melhorado e "que seus horizontes se ampliem".

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Os protestos intensificaram-se a partir de 01 de maio quando Maduro convocou a eleição da Assembleia Constituinte, realizada em 30 de julho, a qual foi boicotada pela oposição venezuelana. Ele alertou que o governo Trump deve ser prudente em suas decisões. Os EUA estavam deliberadamente fugindo dos holofotes sobre o tema da Venezuela - tanto que não enviaram representantes a uma reunião de chanceleres na terça-feira, em Lima, quando 12 países do continente aprovaram uma dura declaração que incluiu o desconhecimento de qualquer ação proveniente da Constituinte.

Lembrando que um dia após a eleição da Constituinte, em 1º de agosto, o Tesouro dos Estados Unidos congelou todos os ativos de Maduro em território norte-americano. Nesta sexta-feira, o Peru decidiu expulsar o embaixador venezuelano, endurecendo sua condenação à "ruptura da ordem diplomática" denunciada pelo país com apoio dos outros 11 chanceleres. A invasão deixou dois mortos e dezenas de armas roubadas.

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