Conselho de Segurança da ONU aprova sanções à Coreia do Norte

Conselho de Segurança da ONU aprova sanções à Coreia do Norte

No entanto, "a comunidade de inteligência acredita que a Coreia do Norte produziu armas nucleares que podem ser inseridas nos mísseis balísticos intercontinentais", segundo um trecho do relatório.

Ele também disse que o Japão está preocupado com a construção pela China do que chamou de "postos avançados em larga escala" no Mar da China Meridional.

Pyongyang também criticou as sanções votadas no sábado pelo Conselho de Segurança da ONU, que constituem, segundo o regime norte-coreano, "uma violação violenta de nossa soberania".

Em uma reunião extraordinária realizada em seu campo de golfe, em Bedminster, Trump disse a repórteres que "é melhor a Coreia do Norte não fazer mais nenhuma ameaça aos EUA".

A Coreia do Norte disse que está "examinando cuidadosamente" a posibilidade de lançar um ataque contra aa ilha de Guam, no oceano Pacífico, pertencente aos Estados Unidos, informou a agência de notícias estatal nortecoreana KCNA.

O embaixador de Pequim na ONU, Liu Jieyi, considerou que a resolução "não tem a intenção de causar um impacto negativo" ao povo norte-coreano e ressaltou que o texto exige um retorno às negociações para a desnuclearização da península coreana.

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Segundo Washington, as novas sanções pretendem privar Pyongyang de "1 bilhão de dólares de receita" de suas exportações, com a condição de que novas medidas sejam respeitadas por todos os membros das Nações Unidas.

"Após muitos anos de fracasso, os países estão a unir-se para abordar finalmente o perigo que apresenta a Coreia do Norte".

O projeto também proíbe Pyongyang de enviar trabalhadores ao estrangeiro e qualquer nova associação de empresas e investidores nas atuais companhias binacionais.

Nove pessoas e quatro entidades foram incluídas na lista negra das Nações Unidas -incluindo o principal banco de câmbio da Coreia do Norte-, submetendo-os a um congelamento global de ativos. A crescente ameaça do país comunista, dotado de armas nucleares, foi tema dominante no fórum regional.

De acordo com o G1, a declaração foi publicada no jornal oficial norte-coreano "Rodong Sinmun".

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