Bruno Varela titular no Benfica na Supertaça

Bruno Varela titular no Benfica na Supertaça

A segunda parte foi de grande nível, estivemos mais próximos do 2-2 do que o Benfica do 3-1.

"Tenho um lote de jogadores que tenho um prazer enorme de treinar, que têm correspondido ao longo deste início de trabalho àquilo que tem sido normal numa pré-época". Pressão em terrenos adiantados, bom posicionamento dos médios e dos defesas e um Jonas "vagabundo", a baralhar as marcações vitorianas.

1-0, Jonas, 06 minutos.

Seferovic ampliou a vantagem pouco depois, aos 11 minutos, servido por Pizzi. Os "encarnados" chegavam ao 2-0 em apenas dois remates.

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Com o triunfo sobre o Vitória de Guimarães, o Benfica faturou sua 7ª Supercopa de Portugal no último sábado.

Talvez desconcentrados pela actuação de Virgul ou pela exibição de drones, o que os vitorianos não conseguiram prever - apesar de todos estarem conscientes dos problemas com que as equipas teriam que debater-se em Aveiro para reconstruir as respectivas linhas defensivas (estreia de Marcos Valente nos minhotos e de Bruno Varela nos "encarnados", que ainda tiveram que recorrer a Luisão) - foi o ressalto para o pé de Jonas, logo aos 7', e o erro inexplicável de Zungu, quatro minutos depois, a embalar Seferovic para um segundo golo fundamental para que o Benfica encontrasse a fórmula mágica dos títulos. Aos 60 minutos os vimaranenses já haviam igualado o total de posse de bola do Benfica, cifrando-se na altura em 50%. Aos 38 minutos, após bobeada do Vitória, a bola sobrou para Pizzi, que tocou para Jimenez fazer belo gol e dar números finais à partida. O mexicano marcou na passada, na primeira vez que tocou na bola.

O Benfica, apostado em conquistar o primeiro troféu da nova temporada e apresentando-se com uma máquina que sofreu muitos golos (15) na fase de pré-época, quis naturalmente mostrar rápido que está preparado para repetir as conquistas das últimas temporadas. Mas aproveitaram ao máximo os erros da equipa de Pedro Martins.

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